O movimento milionario dos casinos

Desde os últimos anos, principalmente a partir de 2001, os casinos em Portugal aumentaram sua receitas gradativamente, onde obtiveram, em contagem bruta, mais de duzentos e setenta milhões de euros. Devido às leis que atualmente existem no país e regem a distribuição e exercício dos jogos, quase cinquenta por cento deste valor total  foi recebido pelo Estado. Entretanto, segundo alguns especialistas da área, o Estado poderia arrecadar ainda mais, se nao fosse o caso de existirem os casinos ilegais, seja no modo online ou físico.

Vale ressaltar que Portugal possui, economicamente tratando, condições mais positivas que os demais países europeus. O sucesso deve-se ao fato de que não somente o jogo é tratado nos locais e/ou websites, mas sim uma atmosfera completa de entretenimento. Não se trata somente de locais para colher alguns contos, mas sim divertir-se em tempo livre.

Regiões com os casinos mais populares.

Atualmente existem inúmeros casinos por todo o país, e além disso, outros tantos no modo online. Metade das casas físicas estão distribuídas nas cidades de Lisboa e Estoril, nas quais já entregaram diariamente milhões em prêmios para os apostadores.

O mais famoso Casino de Lisboa teve sua inauguração em meados de 2006. Além de todo o espaço dedicado aos jogos, ainda conta com um salão de eventos. Em Estoril, o grande Casino também conta com diversas opções para entretenimento, no qual tem o artista Julio Cesar em sua direção.

Das glamourosas casas de jogos as opções online.

Talvez pelo conforto ou mesmo pela economia de tempo, ultimamente os apostadores passaram a utilizar em maior demanda os jogos online do que os casinos físicos. A junção dos dois setores no primeiro trimestre ultrapassaram os três milhões de euros, sendo que este número significa aproximadamente sessenta por cento a mesma época no ano anterior. Ainda falando em números, existem registros de quase noventa mil jogadores em websites. Para o SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos do Turismo e Portugal), o Estado poderá se beneficiar de aproximadamente onze milhões de euros oriundos dos pagamentos das taxas ou impostos no qual agora, é obrigatório por leis, para que os empresários possam exercer este tipo de negócio.

A seguranca como premissa no momento de optar por um jogo.

Um grande número de cidadãos portugueses estão adotando a política de jogo consciente e cada vez mais buscam por websites ou então casas regulamentadas, de modo a garantir o sucesso em suas apostas.

Os apostadores realmente passaram a possuir maior sensibilidade no que diz respeito às diferenças entre jogar conscientemente ou deixar que a ambição pelo dinheiro obtido nesta atividade os torne adictos.

Esta postura, sem a menor sombra de dúvidas, passou a acontecer após aos jogos responsáveis desenvolvidos por casinos onlines.  

Apostas desportivas em alta: Entenda o mundo das apostas online

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre apostas desportivas, mas sabes o que significa? Se a resposta é não, viestes ao lugar certo. O assunto foi bastante discutido nos últimos tempos, e com a regularização das apostas desportivas em Portugal, você que gostas de jogos e apostas com certeza vai se interessar em tentar a sorte.

Apostas desportivas constitui-se de quando um determinado indivíduo aposta em algum jogo desportivo a valer dinheiro, sobre o resultado de um evento daquele exporte. Resumidamente, você dá um palpite sobre o ganhador, e espera facturar caso ele ganhe. Nesse tipo de aposta, o dinheiro do ganhador é multiplicado pelas probabilidades dos resultados. As apostas online são feitas por operadoras de jogos as quais providenciam todo o processo.

Com a entrada dos novos regulamentos de apostas online em 2016, as apostas desportivas online estão em alta no país. Segundo dados do SRIJ, no último ano o sector gerou aproximadamente 122,5 milhões de euros em receita. Os impostos sobre as apostas online são de 16% do valor bruto do facturamento da operadora, e apesar dos altos impostos contratuais delimitados pelo governo, a geração de receitas não diminuiu.

O mercado é promissor, por isso, mesmo tendo pagado 60% da receita bruta em impostos, a previsão para o fechamento das contas de 2018 é positiva, e não tem metido medo nas grandes operadoras. Nem o mais positivo balanço previu que o sucesso seria tamanho. Acreditava-se os impostos graúdos era um grande empecilho para os lucros das operadoras, no entanto, apenas nos primeiros três meses do ano de 2017 ultrapassam os 17 milhões de euros.

Contudo, a outra face da moeda é que os altos impostos estabelecidos incentivam o mercado negro das apostas. A estimativa é de que apenas pouco mais da metade dos jogadores jogam em sites estritamente regulamentados, e o governo vem tentando incansavelmente abolir essa prática, já que a geração de renda por meio dos jogos é de extrema importante para as contas públicas, sobretudo a do Turismo do território.

Vale a pena ressaltar que é de extrema valia que para quem esteja interessado ou já aposta online, que o faça de maneira legal para que se resguarde e mantenha seus direitos de consumidor.

As apostas desportivas online se tornaram uma febre em Portugal e são as mais procuradas pelos apostadores portugueses. O favoritismo pela modalidade explica o crescimento das finanças do mercado de jogos de azar online. A facilidade de poder apostar sem sair de casa é a maior vantagem, o apostador nem sequer precisa se locomover para longe do conforto da sua residência para uma casa de apostas ou casino.

A boa situação de Portugal contribui para o cenário; A estabilidade e a geração de empregos em disparada têm muitíssima importância para garantir a subida. A legalização da prática de apostas desportivas online só colaborou para a formação do cenário propício em que se encontra o mercado online de jogos de azar e apostas.

Turismo em alta aquece os negócios em Portugal

Quem não gosta de viajar? Não há nada melhor do que relaxar nas férias e aproveitar todo seu tempo livre, seja a beira de uma praia nos Açores ou tomando um vinho do Porto, destinos em Portugal é o que não falta no momento. É facto que o Turismo é maior fonte de renda em boa parte do país, actualmente o turismo gera 9% da receita do PIB.

Ninguém pode negar que Portugal é um dos destinos mais cobiçados. Actualmente já está entre os 10 mais procurados em um ranking internacional para realização de conferências, congressos e eventos. Só em Janeiro de 2018 mais de um milhão de turistas passaram por Portugal, o que animou o sector de hotelaria já na virada de ano. Em 2017 o país quebrou todos os recordes que ultrapassou a marca de 22 milhões de turistas no ano, o que mostrou um significante crescimento em comparação com 2016.

O país que se recuperou da crise tenta correr para longe da sombra de turbulência deixada pelos países vizinhos e o fantasma do desemprego no ápice da crise que arrebatou a Europa em 2012. Portugal tem um território relativamente pequeno e a população em torno de 10 milhões de habitantes, e mesmo sendo parte da lista de países desenvolvidos de acordo com o IDH, é único país de primeiro mundo a ter a economia dependente do sector turístico local.

O governo tem investido em estratégias para aquecer os negócios e tem trazido à tona políticas que beneficiem a área. O turismo e a receita gerada foi de extrema importância para que o país superasse a crise e voltasse a crescer. O número de portugueses a passar as férias fora do país também declinou, o que contribuiu em suma para que houvesse esse salto na economia do sector hoteleiro.

O ministro da cultura recentemente anunciou os novos objectivos do país na Cultura, acredita-se que ao valorizar a memória do país é garantir o desenvolvimento. O governo conta com novas estratégias para atrair um maior número de turistas e pretende investir na restauração e conservação de rotas turísticas já existentes para uma melhor exposição turística. O sector também contribui com boa parte da geração de empregos no território e depende do desenvolvimento e políticas públicas que invistam directamente no turismo.

Os números do último ano agradaram os investidores e o governo português, e superou todas as expectativas. E apesar de Portugal ter começado bem o ano apostando piamente no crescimento da área, por outro lado é notável a desaceleração do crescimento, no entanto isso não significa que o mesmo tenha parado de subir. Acredita-se que essa desaceleração turística tenha sido causada pela chuva em Abril e a páscoa.

Apesar disso, o sector tem esperança de que nos meses finais do ano os números voltem a disparar satisfatoriamente, e as apostas para alargar as actividades turísticas para outros pontos de pouca procura e evitar a ocorrência da sazonalidade já estão em jogo.

Como a indústria dos jogos de azar tem ajudado a economia de Portugal

Durante séculos a estigma sobre os jogos de azar fez com que a prática fosse considerada reprovável. Portugal é um país culturalmente católico, a religiosidade sempre reprovou a prática devido aos problemas gerados pelo vício em jogatina e os problemas sociais advindos deles. Contudo é impossível negar: O jogo já deixou de ser apenas lazer e tornou-se uma forte actividade económica nos últimos tempos, sendo considerado moralmente questionável ou não.

Só no primeiro semestre de 2018 a receita bruta dos casinos ultrapassou os 152 milhões de euros, demonstrando notável aumento de mais e 3% em relação ao ano anterior.

De facto a exploração do jogo como actividade económica é de veras vantajosa, houve uma grande evolução no mercado nas últimas décadas e a tecnologia contribuiu em grande parte para o sucesso do mercado não só a nível nacional, e sim a nível internacional. Em Portugal é autorizada a exploração de jogos de fortuna em azar por meio de concessão. Jogos de banca, mesa e jogos de máquina são permitidos em 10 zonas de jogos com concessão de exploração provida por concurso público de acordo com um decreto anexado em 2001, e recentemente Portugal também legalizou os jogos online de azar.

O jogo em Portugal é rigorosamente regulado. É proibida a prática de jogos por estabelecimentos não credenciados, e a autorização é concedida por períodos contratuais fixados pelo governo. O número de empresas interessadas em fazer parte do investimento sobe a cada ano, principalmente com a recente confiança na estabilidade económica e política actual portuguesa vinda da habilidade de gerenciar a crise e alavancar o crescimento do turismo a seu favor.

Para o governo o benefício é mútuo. Os recursos adquiridos para as contas públicas vindo dos jogos assegura a Portugal receita para o financiamento de diversas áreas económicas. A legalização do jogo é um dos motivos aos quais dão a Portugal tanto sucesso no turismo inclusive de residentes. Os casinos que possuem as concessões garantem com suas actividades cerca de 77,5% para os cofres públicos em Portugal, o que ainda financia boa parte do turismo no território.

Em meio à crise europeia dos últimos anos, Portugal saiu a frente com o salto no turismo. Somente nos três últimos meses de 2017 as sete operadoras de jogos geraram mais de 36,5 milhões de euros, o que sobretudo foi outro recorde para o país onde a indústria é legalizada e conta com um departamento do governo apenas para regulamentação da área.

Aos noventa anos das concessões da prática de jogos a Casinos e casas de jogos, a legalização ocorreu em 03 de Dezembro de 1927. O primeiro casino a surgir em Portugal foi o Casino Estoril situado na Riviera, inaugurado em 1931. O balanço dos últimos anos mostra que grande fatia da receita gerada pelos casinos vem das máquinas de jogos e das apostas online, as quais tem crescido absurdamente com a popularização de jogos online.

Jogos online também possuem legislação específica no país, as plataformas de jogos não ficaram para trás com a regulamentação das apostas online em 2015 e possuem grande facturamento. No entanto ainda existem sites clandestinos e estima-se que que apenas cerca de 35% das apostas são feitas legalmente, o que preocupa o governo que investe na regularização da área.

Portugal volta a Integrar o ranking de países com menor risco político já no primeiro semestre de 2018.

Mesmo com toda a instabilidade dos países vizinhos, Portugal se manteve firme e estável no cenário político europeu atual. Em um ano em que os conflitos separatistas na Espanha se intensificaram, as consequências deixadas pela saída da Inglaterra da união europeia, e com a crise política em Itália, todos os países da união europeia tem dado passos lentos para fora do desequilíbrio económico e político. Contudo, Portugal mostrou nos últimos dois anos uma nova face em gerir a crise.

Sair da lista de países com grande risco político é de muitíssima importância para a economia. Portugal agora faz parte de uma seleta lista feita pela empresa de corretagem e gestão de riscos Marsh, o país está entre os vinte e sete com melhores índices. A lista avalia os países com base na política e economia que vem sendo aplicada nos últimos doze meses e os prováveis riscos para futuros investidores.

O presidente da república Marcelo Rabelo de Sousa defendeu que a estabilidade política do país deve-se as legislaturas cumpridas e fez uma análise da situação financeira do país desde que subiu ao poder. Para Sousa, a capacidade de diálogo entre diversas áreas fará com que Portugal continue avançando e de forma que a política ajude a economia e a justiça social, aproveitando bem a oportunidade de se firmar.

Ainda há desafios pela frente, o país passou por altos e baixos na última década. O que antes foi considerado um modelo declinou em meados de 2012 no auge da crise do euro, hoje se firma entre os países que conseguiram gerir crises económicas como um exemplo vivo.

O déficit no orçamento caiu e a taxa de desemprego despencou no último ano. É notável que esses avanços têm devolvido a paz a muitos portugueses e melhorado o estado de espírito de um Portugal que tem se esforçado para deixar lá atrás do fantasma da crise. Apesar de ter entrado em declínio, a dívida pública do país ainda é a mais alta de toda Europa, e a maior parte da receita do país vem do turismo, hoje é possível dizer que as contas públicas estão em bom estado.

O cenário político parece propício para investimentos. O governo tem apoiado o consumo e apostado no aquecimento do setor turístico, o fluxo de receita tem sido grande benéfico para as contas públicas, mas tem feito que muitos portugueses mal consigam se manter em cidades de polo turístico. Por outro lado, a falta de mão-de-obra qualificada tem freado o crescimento. Desde a crise de 2011 o português receoso, tem evadido para o exterior em busca de melhores oportunidades de emprego.

É facto que a situação está a mudar, um pouco devagar em alguns aspectos, porém, a situação política do país está a melhorar cada vez mais e o complexo de inferioridade perante aos outros vizinhos europeus têm sido deixado de lado. O avanço é notável e o governo tem sido encorajado a manter a estratégia atual. O comprometimento do país em mudar sua economia é edificante e Portugal tem colhido verdes louros e garantido o equilíbrio no âmbito social. A superação de Portugal dá certo alívio ao país e a população, que passa a servir de exemplo aos bloco Europeu.